A internet como vilã: crimes de ódio e cyberbullying na rede

Enviada em 07/08/2025

Com o avanço das tecnologias e o uso cada vez mais frequente das redes sociais, os desafios relacionados à convivência digital se tornaram evidentes. A internet, que deveria ser um espaço de troca de conhecimento e diálogo, muitas vezes é palco de discursos de ódio, explosição indevida e outros comportamentos prejudiciais. Diante disso, é possivel perceber que dois fatores agravam esse cenário: a falta de educação digitl entre os usuários e a impunidad gerada por falhas na legislação

Em primeira análise, evidencia-se que a maiorria das escolas brasileiras nao forma cidadãos para o uso seguro e ético da internet. Sob essa ótica muitos usuários caem em golpes, fraudes ou até reproduzem crimes por não conhecerem a legislação digital. Dessa forma, a ausência de letramento digital como alerta Bauman, potenzializa riscos e facilita a prática de crimes cibernéticos num mundo cada vez mais conectado.

Além disso é notório que a legislação ainda não acompanha a rapidez das tranformações tecnologicas. Desse modo, Hannah Arendt, ao discutir a “banalidade do mal”, alerta que repetição dos atos ilícitos, sem constentação, legitima comportamentos antiéticos o que se observa também no ambiente virtual. A fragilidade legl diante dos crimes digitais, reflete que Hannah Arendt, contribui para naturalizar práticas ilícitas e reforçar a sensação de impunidade.

Portando, a adoção de medidas que venham amenisar o cyberbullyng pode criar campanhas educativas nacionais sobre riscos e prevenção de golpes online, implantar diciplinas de cidadania e segurança digital desde o ensino básico, atualizar o Marco Civil da internet para acompanhar novas formas de crime virtual, investigar em delegacias especializadas e equipes tecnicas capacitadas para ivestigação digita