A internet como vilã: crimes de ódio e cyberbullying na rede

Enviada em 08/08/2025

A internet mudou por completo a foma em que os seres humanos se relacionam, conversam e compartilham informações. Contudo, nem toda essa mudança foi tão boa assim, ela se tornou uma abertura para ambientes hostis e criminosos, como discursos de ódio e cyberbullying. O poder de anonimato que as redes sociais proporcionam aumentam ainda mais essas estatísticas, estimulando atitudes e falas agressivas e preconceituosas.

Casos de humilhações públicas, perseguições virtuais e discursos de ódio contra a minoria têm se tornado cada vez mais comuns. Como o caso de Jéssica Canedo, uma influencer digital que por conta dos haters acabou cometendo um suicídio. Esses crimes virtuais reforçam estigmas sociais e perpetuam a discriminação racial, religiosa e de gênero, assim desrespeitando os direitos de grande parte da populção brasileira.

A ausência de uma fiscalização eficaz e a dificuldade em identificar os autores desses ataques tornam o ambiente virtual propício à violência simbólica. Nesse contexto, é urgente que o poder público e as plataformas digitais implementem medidas mais rigorosas de monitoramento e punição. Além disso, é essencial investir em educação digital, promovendo o uso consciente da internet e a valorização do respeito mútuo.

Portanto, se não forem adotadas ações concretas, a internet continuará sendo usada como instrumento de opressão, transformando o espaço que deveria ser de liberdade em um território de medo e exclusão.