A internet como vilã: crimes de ódio e cyberbullying na rede
Enviada em 10/08/2025
Na série “Adolescência”, é perceptível a ocorrência de crimes de ódio e cyberbullying nas redes sociais, evidenciada pelo comportamento do personagem principal, que escancara o crescimento da misoginia dentro de um grupo de adolescentes predominantemente masculino. Nesse contexto, torna-se essencial analisar duas vertentes centrais dessa problemática: o aumento do preconceito e a discriminação contra mulheres em meio as redes sociais, em como a questão do cyberbulliying no mundo digital.
Sendo assim, é de suma importância aborda o aumento dos crimes de ódio em jogos oline, onde ocorrem casos como “piadas” com mulheres ,envolvendo desde xingamentos a ameaças de morte. Tendo isso em vista, em junho de 2019, a criadora de conteúdo Gabi Cattuzo, popularmente conhecida como Bagi, foi vitíma de misioginia, devido a coméntarios ofensivos em suas redes sociais, causando na perda de seu patrocíonio com a empresa de jogos Razer, com isso,entende-se que mulheres são nigligênciadas em meio esse parâmetro, demostrando uma forte desingualdade de gênero na internet.
Outrossim, além disso, cabe pontuar o caso de cyberbullinying contra a influênciadora famosa Thaís Carla, que sofreu ataques diretamente de usúarios das redes sociais, sobre sua aparência.Esse episódio evidencia como o ambiente virtual pode se tornar um espaço de violência simbólica, onde discursos de ódio são disseminados com facilidade, atingindo a autoestima e a saúde mental das vítimas. A ausência de regulamentações eficazes e de moderação ativa nas plataformas digitais contribui para a perpetuação desses comportamentos, tornando o espaço online hostil para grupos historicamente marginalizados.
Em suma dos fatos mencionados, é necessário combater o cyberbullying e a misoginia nas redes sociais por meio de campanhas educativas do governo, moderação eficaz das plataformas digitais e o engajamento da sociedade na construção de um ambiente virtual mais seguro e respeitoso. A união entre poder público, empresas de tecnologia e população é essencial para promover empatia, responsabilidade e transformar a internet em um espaço mais saudável.