A internet facilitou a informação, mas restringiu a capacidade de reflexão
Enviada em 14/05/2026
Com a chegada do Facebook entre 2006/2007, o avanço tecnológico ganha mais força, trazendo informações, possibilidades de opiniões através de postagens, comentários e entretenimento em chats de bate-papo.
Diante disso, as publicações vem se aglomerando nas telas de computadores, smartphones e etc, muitas com vericidade dos fatos, outras dividindo opiniões e até mesmo gerando discussão entre usuários causada pela famosa “FAKENEWS”. Assuntos como, política, saúde, religiões, futebol, limites de idade para usuários de internet e entre outros, são os mais comuns entre os internautas.
Somando a isso, no ano de 2025, casos como a lei Felca, voltada a exposição de menores na internet, dividiu opiniões entre usuários, outro assunto não menos importante porém comentado pelo público no ano atual, são as guerras entre nações que em muito dos casos está ligada a religiosidade, atraindo a atenção dos navegadores.
Desse modo, o usuário vem sendo afetado não somente pela falta de coerência nas informações, onde limita sua forma de pensar e refletir sobre o que está sendo transmitido, mas também, por novos criadores de inteligência artificial que manipulam o público e privando sua forma de refletir, trazendo à tona uma frese escrita por Einstein que dizia “Chegará um dia em que a tecnologia ultrapassará a interação humana, e o mundo terá uma geração de idiotas.”
Portanto, a parceria entre criadores de conteúdos, autoridades competentes e governamentais, na filtração e interceptação de conteúdo falsos e maliciosos, parcialmente traria de volta a liberdade de pensamento e opinião convicta do público atual.