A internet facilitou a informação, mas restringiu a capacidade de reflexão

Enviada em 03/03/2020

Segundo o filósofo inglês Thomas More em sua obra obra “Utopia”, é retratada uma sociedade perfeita. Na qual, o corpo social padroniza-se pela falta de conflitos e problemas. Todavia, a internet como facilitadora da informação e sendo restritiva a capacidade de reflexão é um problema vigente na sociedade brasileira, apresentando barreiras aos planos de More.Tendo raízes no contexto histórico e na anomalia social, sendo uma inercial a ser resolvida.

Precipuamente a internet como restritiva a capacidade de reflexão não é uma conjuntura atual, conforme a história, desde o começo do século XXI, onde a internet tornou-se uma potencializadora da informação empresas como Facebook e Google vem aproveitando-se da situação para atrair pessoas e monetizar esse trafego a outras empresas. Porém, uma boa porcentagem dessas pessoas sendo captadas são crianças e adolescentes.

Como preconiza a Revista “canal tec”, hoje o número de crianças e adolescentes ativos nas redes sociais e burlando o sistema ultrapassam a casa dos 83%, ademais, esse grande acesso ilegal por parte dos jovens podem ser consideradas uma anomalia social, pois, os países desses em contra partida a lei 10.406 de 2002 tem a obrigação de vigilância real e digital na vida dos filhos, porém, não cumprem tal norma.

Diante dos argumentos supracitados de maneira análoga a lei da inércia  em quanto as iniciativas administradoras não exercerem suas forças na problemática, essa tende a continuar. Destarte o poder público através do congresso nacional deve criar leis que imponham processos mais rígidas  de inscrições nas redes sociais. Outro sim deve incentivar por meio da mídia com que os pais monitorem com mais rigidez o acesso dos filhos a internet. Assim o sistema das redes sociais não serão mais liberados, a lei será cumprida e os planos de More serão concretizados.