A internet facilitou a informação, mas restringiu a capacidade de reflexão

Enviada em 16/03/2020

Pioneiros da “web”

A partir da Revolução Técnico-Científica impulsionada no século XXI, a humanidade passou a viver em um mundo cada vez mais conectado e com mais acesso à informação. Por outro lado, a consciência quando se manipula esses dados ainda não se popularizou entre a maioria dos utilizadores da rede. Em prova disso, apresentam-se como grandes vilãs, por exemplo, as “fake news”.

Em primeiro lugar, a falta de interpretação perante o que é visto na “web” se deve ao fato de não haver nenhum direcionamento antes do usuário iniciar sua navegação, ou seja, inicia a sua jornada no desconhecido mundo virtual como simples “pioneiro”, repetindo o que os “anciãos” já faziam.

Em segundo lugar, a idade na qual se insere os indivíduos na “internet” está cada vez menor. Esses, por estarem em uma fase mais manipulável, servem como moldes para a nova geração de internautas que não sabem como se comportar na rede.

Em terceiro lugar, a consequência de agregar uma população destreinada a um espaço altamente informatizado é a sua má utilização.  Por isso, é necessário tomar medidas para que essas pessoas aprendam como aproveitar o mundo virtual indentificando golpes, notícias manipuladas e, principalmente, novos aprendizados presentes nesse meio tão variado de criações.

Assim, cabe ao Ministério da Educação incentivar as escolas desde o ensino fundamental até o ensino médio para que ensinem os alunos a como terem uma postura adequada na “web”. Dessa forma, por meio de investivementos com verba pública, pode ser implantada uma ideia como da rede de ensino do estado de São Paulo: a disciplina de tecnologia nas escolas. Com essas ações, teremos jovens que construirão um futuro mais reflexivo virtualmente para possam aproveitar melhor desse espaço que proporciona acesso a conhecimentos de um leque altamente variado.