A internet facilitou a informação, mas restringiu a capacidade de reflexão

Enviada em 07/03/2020

Internet não deve ser vista de forma negativa, sim como um meio de ajuda direta a dúvidas e novas pesquisas, porém, existe o uso inadequado dela, principalmente por pré-adolescentes e jovens. É fácil estudar via internet, adquirir informações, as quais nem sempre são verdadeiras, as denominadas “fake news”, e ter uma influência de figuras que pregam a antimoralidade e desrespeito aos direitos humanos, mudando o comportamento do oprimido. Segundo estudos, se torna um vício, portanto menores de idade devem com certeza serem monitorados por responsáveis, os quais nem sempre dão importância.

Há neste imenso mundo digital, usos bons e ruins, a partir do momento que não se é possuído o controle próprio, se torna um perigo. Compartilhando uma publicação no perfil, gerando discursos de ódio, e não respeitando ademais opiniões, está feito. O que postam jamais irá ser retirado, podendo, futuramente, ser usado contra a vítima. Tomar cuidado com o que falar, como se expressar, é essencial para o bem privado de vida.

Quem possui mente fechada para opiniões e descobrimentos novos, corre um grande risco de se dar mal na web, já que normalmente pregam a ilegalidade nas redes, podendo influenciar mais pessoas dentro do circulo. Dificilmente os humanos leem algo na time-line e param para pensar sobre, ou até mesmo na hora de enviar um comentário, perdendo sua capacidade de refletir se é moral ou não, gerando diversos sentimentos aos outros.

Em síntese, a solução para esse tipo de situação seria: monitoramento total dos responsáveis quando se é um menor de idade vagando por essa imensidão, já aos adultos, os criadores de conteúdos e plataformas deveriam estabelecer regras para a melhor convivência social, sem discussões e com respeito. Quem não cumprisse as normas, seria punido. Também, a vigilância em sites secretos e conteúdos impróprios devem existir severamente, para que haja o menor risco possível.