A internet facilitou a informação, mas restringiu a capacidade de reflexão
Enviada em 13/03/2020
Ao afirmar, “Se queres prever o futuro, estuda o passado”, o filosofo polonês Confúcio faz, de certa maneira, uma comparação entre o futuro e o passado. Percebemos que ele estava certo, pois a falta de reflexão por parte dos internautas não é um problema atual. Podemos perceber que este problema ocorreram nestas últimas décadas, inclusive nas últimas eleições norte-americanas envolvendo as fake news. De mesmo modo, os problemas ainda hoje persistem, seja falta de educação básica por parte dos usuários, seja por informações intencionalmente maliciosas, usando de técnicas para manipular o usuário.
Cabe mencionar a falta de provenimento técnico e intelecutal para os mais jovens por parte do Estado, onde não dispõem de educação digital nas matrizes curriculares dos conteúdos obrigatórios. Diante disso, as pessoas que usam a rede não possuem a malícia necessária para navegar.
Por conseguinte, merece ênfase nos criadores de conteúdos que publicam nas redes cibernéticas. Intencionalmente tentam moldar o ponto de vista de seus usuários, sem a abertura de brechas para reflexões. Posto isso, os clientes da internet encontram maneiras de manipular outros menos favorecidas.
Concluimos que algo precisa ser feito para propiciar que haja a reflexão nas páginas da internet. Logo, o Estado, por intermédio de Ministério da Cultura, deve educar desde o ensino fundamental os jovens que utilizam a rede, podendo também lançar mão de campanhas publicitárias estimulando o debate de ideias de temas que estão em voga nas redes. Nesse sentido, o intuito de tal ação é que haja concientização nos meios digitais. Somente assim, gradativamente poderemos reduzir os efeitos do problema.