A internet facilitou a informação, mas restringiu a capacidade de reflexão

Enviada em 14/03/2020

Segundo o escritor inglês Thomas more, em sua obra “Utopia”, surge o retrato de uma sociedade perfeita, na qual a ausência de conflitos padronizada-se em todo o corpo social. Porém, nota-se na realidade contemporânea o oposto do que o autor prega. Com a criação da internet que flexibilizou de uma maneira radical o fluxo de informações, nos tornamos menos propensos a reflexão, formando empecilhos que dificultam os planos de more. Nesse ínterim, deve-se tomar medidas para tal problemática.

Primeiramente, é fulcral pontuar que a baixa capacidade de reflexão que a internet gerou pressupõem da baixa ou do inativa atuação de setores governamentais, no que se concerne ao desenvolvimento de ações que coíbam tais fatos. Segundo as ideias do pensador Thomas Hobbes, o estado deve condicionar o bem-estar populacional. Entretanto, embora ocupando a 9°, posição na economia mundial, essa realidade é oposta no Brasil. Devido a essa negligência, o uso excessivo da internet gera diversas consequências, como uma forte dependência que pode tirar a capacidade de resolver questões simples do dia a dia. Assim, deve-se tomar medidas urgentes para tal problemática.           Ademais, é imperativo ressaltar que os jovens são os mais afetados por tal quadro. De acordo com o escritor chileno, Pablo Neruda, “você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências.” Partindo desse pressuposto, a negligência de alguns pais em participar da vida digital de seus filhos pode gerar, por consequência, no desenvolvimento de pessoas ignorantes e com pouco senso crítico, retardando a resolução desse empecilho e tornando a sociedade cada vez mais distante da de more.

Dessa maneira, impele-se que o Ministério da educação em parceria com poder midiático invistam em meios para alertar e conscientizar a população sobre os perigos dessa prática. Através de campanhas publicitárias sociais educativas do tipo “slice of life”, que busca através de exemplos do cotidiano, promover um maior impacto sob o público alvo, com psicólogos e agentes sociais especialistas no assunto. De modo que o Senado em parceria com banqueiros, formem fundos de verbas, afim de dar uma cobertura monetária e assim manter o projeto eficiente para combater essa realidade e assim tornar essa obra cada vez mais possível.