A internet facilitou a informação, mas restringiu a capacidade de reflexão

Enviada em 13/03/2020

Em meados dos anos 50, o matemático Alan Turing criou o primeiro computador. Através dessa máquina, hoje tornou-se possível o acesso a maior ferramenta de pesquisa do século XXI: a internet. Entretanto, a enorme quantidade de informações disponíveis na web, quando não utilizadas de maneira correta podem trazer malefícios à sociedade. Como consequência, temos a alienação causada pela falta de senso crítico e a prática de crimes virtuais.

Em primeira análise, de acordo com o sociólogo Zygmunt Bauman “As redes sociais são muito úteis, oferecem serviços muito prazerosos, mas são uma armadilha.” Por meio de tal pensamento, é possível elucidar o impacto que a informação exerce na população quando não utilizada corretamente. Visto que, a falta de senso crítico e o uso inconsciente deste dispositivo pode ter efeitos negativos na vida pessoal e profissional de uma pessoa, como por exemplo os crimes de difamação, calúnia e divulgação de materiais confidenciais.

Além desses fatores, o acesso fácil a informação repercute na formação de crianças e adolescentes. Não à toa, a exposição de menores a conteúdos nocivos como: a violência e a pornografia, faz com que a internet torne-se um local perigoso onde é necessário controlar seu uso. De acordo, com o escritor George Orwell " O homem é tão bom quanto seu desenvolvimento tecnológico permite ser." Dessa forma, está reflexão mostra o quanto esse meio de comunicação influencia no caráter do seu usuário, além de expor a importância do uso crítico das redes sociais.

Logo, é de vital relevância fomentar o senso crítico da população. Para isso, as Secretarias de Educação em conjunto com o Estado promover ações afirmativas que visem levar a população a importância do uso consciente da internet. Além disso, por meio de disciplinas transversais e palestras ensinar as crianças a selecionar informações de maneira crítica  com a finalidade do uso inteligente da web. Como também, tornar mais rígidas as leis de proteção ao usuário como a lei Carolina Dieckmann.