A internet facilitou a informação, mas restringiu a capacidade de reflexão
Enviada em 16/03/2020
“Conhecimento sem transformação não é sabedoria” (Paulo Coelho). Com os avanços tecnológicos e a facilidade de acesso a internet, há também o aumento exorbitante de informações as quais os usuários são expostos constantemente. Gerando questionamento sobre a relevância dos conteúdos absorvidos, e a capacidade do indivíduo de transformar esse excesso de informações verdadeiramente em conhecimento. Será que essa ferramenta está sendo utilizada de maneira adequada e benéfica?
Médicos alertam famílias sobre o uso excessivo de aparelhos eletrônicos, definindo a quantidade de horas saudáveis para utilização. Excluído crianças menores de 2 anos, de 2 a 5 um período de 1 hora por dia, de 5 anos por diante 3 horas intercaladas com outras atividades. Mas a realidade do comportamento da maioria dos indivíduos atualmente está distante do estipulado correto, e o resultado a exposição de conteúdo e informação de forma demasiada, tem gerado diversos problemas na área da saúde pública, como: ansiedade,depressão e problemas cardíacos.
A necessidade em estar ligado constantemente as informações, a superficialidade na leitura, a demasia de conteúdos sem qualidade intelectual, traz o esgotamento psicológico e a falta de concentração. Ao realizar tais comportamentos, estamos treinando nosso cérebro a superficialidade , diminuindo a capacidade de armazenar, avaliar e refletir sobre tudo o que lemos e vemos, assim restringindo nosso conhecimento.
Portanto, é necessário tomar medidas para amenizar a questão. Sendo primordial uma conscientização familiar, feita por meio da secretária da saúde e aparatos de mídia, com fito de restabelecer a utilização adequada, de forma que se tenha noção da importância de selecionar conteúdos. inferindo diretamente na qualidade de vida da sociedade, gerando menos problemas ligados a saúde psicológica e aumentando a capacidade de reflexão das pessoas. Dado o exposto, o ato de pensar é de grande importância na existência humana, “Penso, logo existo”, autor René Descartes, filosofo francês.