A internet facilitou a informação, mas restringiu a capacidade de reflexão
Enviada em 25/05/2020
A internet não precisa ser vista como um mal ou um perigo. Tudo depende como ela é usada. As novas demandas educacionais exigem uma integração cada vez maior entre a sala de aula e os meios digitais. A utilização desses recursos abre desde cedo diante de crianças e adolescentes um mundo virtual a ser desbravado.
Cabe aos adultos orientarem as crianças e jovens quanto ao uso da internet. Enquanto isso não acontece, é preciso tomar cuidado com os excessos e perigos a que os filhos ficam expostos por conta da grande interatividade e acesso irrestrito às informações. Mas impedir o acesso à internet ou o uso de recursos tecnológicos não é o caminho. O mais adequado é fazer um trabalho de conscientização sobre a utilização adequada da internet, com limites éticos e legais.
É preciso estar presente na vida dos filhos, sabendo o que estão fazendo e com quem estão interagindo no mundo real e no digital. A tecnologia não precisa ser vista como um mal ou um perigo. Nessa hora, o mais eficaz é “entrar no jogo” e participar da vida digital do filho para conseguir avaliar com mais precisão a que os filhos estão expostos.
Quando é estratégico o uso do meio digital, ele pode ser um espaço importante para os profissionais de vendas como os corretores de imóveis. A internet modificou a maneira como as pessoas se comunicam. As possibilidades atuais exigem que os profissionais monitorem o que está sendo dito nos espaços digitais. É preciso ficar atento ao que é falado sobre si, sobre a sua empresa e também sobre o seu mercado de atuação. Além do que é dito, também é imprescindível prestar atenção no que você posta. Outro ponto importante é que após publicar um texto, uma imagem, um vídeo ou mesmo um link, você perde o controle daquela informação, pois ela já está no ambiente público da internet. Antes de publicar qualquer conteúdo.