A internet facilitou a informação, mas restringiu a capacidade de reflexão
Enviada em 03/06/2020
Em meados do século XX a Terceira Revolução Industrial foi caracterizada pelas inovações no campo informacional, por meio do desenvolvimento da Internet. Dessa forma, na modernidade, observou-se que o acesso excessivo aos conteúdos gerados pelas redes limitam a capacidade de reflexão do indivíduo. Essa circunstância, por sua vez, indica que a grande quantidade de informação processada pela web gera a falta de senso crítico, além de ecoar uma sociedade distante de suas razões éticas nas relações que penetram no tecido social.
Muitos perdem o precioso tempo fazendo absolutamente nada na internet, só passando o “feed” de uma rede social. Vemos notícias, comentários, memes, vídeos fotos, e tudo mais, contudo nós realmente paramos para refletir sobre tudo o que vimos? O pensamento é o que nos faz humanos e não devemos deixar isso de lado. Parar e refletir sobre notícias do cotidiano na internet deveria ser mais praticado em vez de somente compartilhá-las sem nem saber o verdadeiro porquê.
Logo com o surgimento da internet, em 1969, o acesso à informação se expandiu. No momento atual, no Brasil, percebe-se a falta de senso crítico por parte dos internautas. A internet, mesmo possuindo aspectos positivos, apresenta impactos negativos à capacidade de reflexão das pessoas, a saber, a massificação de conteúdo e o conformismo.
À vista disso, medidas são necessárias para resolver o impasse. Cabe ao Ministério da Educação, elaborar uma organização de professores especializados em tecnologia, os quais devem desenvolver palestras online, divulgando nas redes sociais para atingir todos os usuários, visando discutir o uso consciente da internet. Dessa forma, será possível garantir o uso adequado da internet, buscando a construção do conhecimento.