A internet facilitou a informação, mas restringiu a capacidade de reflexão

Enviada em 03/06/2020

A fim de facilitar as estratégias de guerra e informação contra a antiga URSS, durante a Guerra Fria os Estados Unidos criaram o Arpanet, o primeiro protótipo da rede internet. No entanto, com os avanços das redes de comunicação, a internet facilitou a informação, mas limitou a capacidade de reflexão. Com efeito, há de se desconstruir um senso crítico ao consumo de informação desagradável e a falta de controle das redes de comunicação.

Logo, a habilidade de reflexão está associada ao senso crítico, mas as vítimas de informações indesejáveis não são apenas adultos, pode-se incluir jovens e crianças, de tal forma, que são as mais pacientes. Segundo a pesquisa “TIC Kids”, afirma que em 2018, 86% da população entre 9 e 17 anos utiliza rede de comunicação. Dados alarmantes, pois a maioria não têm conhecimento de suas consequências e não são observadas pelos pais, tanto que a segurança de informação é dividida pelas comunicações indesejadas, impedindo nos jovens a formação do senso crítico.

Além disso, outro fator importante é a falta de moderação nas redes de comunicação. O Brasil é o segundo país que mais consome aplicativos como Facebook, Instagram e Twitter, grandes redes de comunicação e exposição de imagem, de modo que coloca os usuários em perigos pela auto revelação da imagem e dados pessoais, partindo a capacidade de reflexão do mundo que vive e portanto tornando-se permanente em uma “bolha online” na sociedade.

Sendo assim, cabe a família juntamente com a escola, através de projetos educacionais, apontar as consequências do uso inapropriado da internet, sendo o público alvo pais, crianças e jovens, afim de incentivar e instruir-los na construção da capacidade de reflexão, logo não terá guerras de forma análoga entre a construção do senso crítico e a internet.