A internet facilitou a informação, mas restringiu a capacidade de reflexão

Enviada em 02/06/2020

Arpanet, primeiro protótipo da rede de internet criado pelos Estados Unidos na Guerra fria (1945 -1991), a fim de facilitar as estratégias de guerra e informação contra à antiga URSS. No entanto, no momento presente com os avanços das redes de comunicação, a internet facilitou a informação, mas restringiu a capacidade de reflexão. Com efeito, há de se desconstruir um senso crítico ao consumo de informação indesejável e a falta de controle das redes de comunicação. Desse modo, a habilidade de reflexão está correlacionada ao senso crítico, porém as vítimas de informações indesejáveis não são apenas adultos, pode-se incluir jovens e crianças, de tal forma, que são as mais padecentes. Segundo a pesquisa “TIC Kids”, afirma que 80% da população entre 9 e 17 anos utiliza rede de comunicação. Dados preocupantes, pois a maioria não têm consciência de suas consequências e não são espreitadas pelos pais, tanto que a segurança de informação é fragmentada pelas comunicações indesejadas, impossibilitando nos jovens a formação do senso crítico. Por conseguinte, outro fator importante a falta de controle as redes de comunicação, o Brasil é o segundo país que mais consome aplicativos como Facebook, Instagram e Twitter, grandes redes de comunicação e exposição de imagem, de modo que põe os usuários em riscos pela auto revelação da imagem e dados pessoais, quebrando a capacidade de reflexão do mundo que vive e portanto tornando-se permanece em uma “bolha online” na sociedade. Assim sendo, cabe a família juntamente com a escola, por meio de projetos educacionais, apresentar as consequências do uso indevido da internet, sendo o público alvo pais e jovens, afim de incentivar e instruir-los na construção da capacidade de reflexão, logo não haverá guerras de forma análoga entre a construção do senso crítico e a internet desde do surgimento.