A internet facilitou a informação, mas restringiu a capacidade de reflexão

Enviada em 24/06/2020

A ‘internet’ se expandiu no final da década de 1960 a partir dos EUA, demorou um pouco até o público ter acesso, mas quando chegou a repercussão foi gigantesca, e era um mundo, ainda, sem lei.

Com o passar do tempo, a mesma foi capaz de resolver problemas de comunicação, porém, com essa facilidade e com a ignorância, os usuários acreditam em tudo que vê, e não pensam em se perguntar se é real ou não. O dilema é como se usa esse recurso e como se transmite. Uma das consequências pela falta de reflexão são as notícias falsas, ou no termo popular “fake news”, e a propagação dela. Se uma pessoa se questiona, outras nem vão tomar conhecimento do fato criado.

A maioria dos que compartilha são pessoas mais velhas que, antigamente a propagação de informações era por boca, por boatos, e sem ter a certeza se era verídico ou não. Isso mostra uma herança cultural, e que as questões que existem hoje não é por só por causa da ‘internet’, a mesma ajudar a elevar esse índice, mas sempre existiu. Um claro exemplo, são os tabloides de celebridades, onde os jornais e as revistas, de vez em quando, para vender, pegam um boato, ou uma situação isolada e o transforma em algo maior, o nome disso é sensacionalismo, o veículo que mais usa, recentemente, é a televisão.

O governo está tentando explanar medidas, e leis para combater a falta de informação e as notícias falsas. Também existe site que mostram se o conhecimento é real ou não. Portanto, a melhor forma de prevenir mais eficaz é o próprio ser humano se questionar, e saber que não tem nada de errado está certo ou equivocado.