A internet facilitou a informação, mas restringiu a capacidade de reflexão
Enviada em 12/01/2021
“Samos inundados de informação e famintos por sabedoria.” A frase do biólogo Edward O. Wilson faz alusão a internet que facilitou o acesso ao conteúdo, mas restringiu a capacidade de reflexão. Nesse contexto, deve-se analisar o uso exacerbado dos aparelhos eletrônicos e as suas consequências desenvolvimento intelectual e para a saúde mental. Portanto, é importante que o homem moderno aprenda a ser aliado da tecnologia e não dominado por ela.
Primordialmente, vale destacar que o processo de globalização foi maior avanço da história da humanidade, pois conseguiu unir todo o planeta em uma só rede de comunicação, entretenimento, conhecimento e notícias. Todavia, a internet tem sido utilizada por muitos de forma desenfreda e com isso tem causado graves consequências no desenvolvimento intelectual de seus usuários. Prova disso, foram os dados publicados pela Universidade de São Paulo, que afirmou que um quinto dos brasileiros são dependentes de aparelhos eletrônico e que por esse motivo não possuem grande dificuldade no apredizado. Consequentemente, tem se formado uma geração superficial, por que essas informações, além de atrapalharem nos estudos, afetam também o sistema nervoso que não consegue assimilar todas os conteúdos vistos, e com isso acumula somente as informações propriamente ditas, mas essas não se transformam em conhecimento, pois esse é uma operação mais complexa que exige técnicas, pesquisas empíricas e ampliação da lógica, que são fundamentais para o torna o ser humano mais sábio e tolerante.
Outrossim, esse uso descontrolado das redes de internet tem se tornado um vício tão letal quanto o consumo de drogas e álcool. Sob a édige do cientista alemão Albert Eisten, a tecnologia utrapassou a humanidade. Nessa pespectiva, observa-se que as mídias socias tem domindado a humanidade e com isso muitas pessoas têm desenvolvido doenças na coluna vertebral e na visão, enfermidades motoras e neurologicas, transtornos psicológicos e mentais, ainda muitos outros estão cada dia mais intolerantes, estressados, ignorantes, violentos, sem pespectivas de futuro e com baixo autoestima. Dessa forma, tem ocorrido um greve colapso no sistema de saúde pública e a violência tem crescido de forma esponencial. Logo, urge uma mudança.
Destarte, é fato que medidas sejam engendradas para que haja reverção desse quadro. É mister que o Ministério da Mulher, da Família e dos Diretos Humanos em consonâncias com as escolas criem campanhas de conscientização, atráves de whorkshops, palestras, diálogos intrafamiliares e em meio escolar, essas campanhas contaram com a ajuda de psicólogos e psiquiatras, que deveram ensinar sobre saúde mental, autocontrole, como otimizar melhor o tempo de utilização dos aparelhos eletrônicos e ainda sobre as leis do marco civil da internet, com o fito de forma cidadãos mais criativos, tolerântes e saldáveis.