A internet facilitou a informação, mas restringiu a capacidade de reflexão

Enviada em 23/03/2021

Embora a internet facilite o acesso à informação, ainda há o questionamento se ela realmente impulsiona conhecimento. Sob esse viés, como dito por B.F Skinner, psicólogo “O problema não é se as máquinas pensam, mas se os homens fazem”, é de ampla importância que a população saiba o equilíbiro entre absorver informação e coisas superficiais no ciberespaço. Logo, deve-se estudar o papel das escolas para um maior aproveitamento cognitivo e a busca do uso da web a favor da sociedade.

Evidentemente, o colégio possui uma grande influência na formação do cidadão, por isso deve estimular o uso didático da web. Assim, o celular não será visto como inimigo da educação, quando usado de forma correta, e haverá um maior aproveitamento e absorção do aprendizado. Além disso, com a internet é admissível promover pesquisas, sejam em grupos ou individuais, e o intercambio entre os professores e alunos, admitindo a troca de experiências entre eles.

Ademais, nota-se a falta de equilíbrio por parte da sociedade em relação à internet, produzindo uma sociedade superficial que não utiliza a web a seu favor. Consequentemente há o crescimente exorbitante das redes sociais, que não acrescentam quase nada de forma intelectual na vida de uma pessoa, apenas de forma expositiva e vaga. Em virtude desse crescimento, também nota-se o aumento de fake news, que prejudica ainda mais a absorção de informações verdadeiras e confiáveis, gerando uma populção supérflua.

Logo, para que haja um maior aproveitamente das informações no ciberespaço, o Ministério da Cidadania -responsável pela cultura brasileira- , juntamente com o MEC, deve promover o uso correto da internet de forma didática e a favor da população, mediante campanhas públicas nas ruas e escolas que visem a disseminar o ensino sobre o aproveitamento intelectual da web. Assim, haverá uma sociedade menos superfical, mais informada e equilibrada.