A internet facilitou a informação, mas restringiu a capacidade de reflexão
Enviada em 01/05/2021
Com a pandemia da COVID-19 a internet se tornou mais presente no dia a dia da população. Desde então houve a facilitação das informações, mas restringiu a capacidade de reflexão. Com isso as práticas desses costumes incentivaram a dependência da tecnologia que trouxe consigo consequências negativas para a formação integral destes usuários.
Deve -se pontuar, de início, que a internet e os aparelhos digitais se tornaram mecanismos indispensáveis para o cotidiano da sociedade, sendo utilizados em todos os campos sociais. O filme Wall-e faz uma crítica incisiva à dependência da tecnologia. A história faz o público refletir que tais ações só trarão benefícios a curto prazo, enquanto as marcas deixadas pela alienação poderão ser irreversíveis.
Em razão disso, é notório identificar que a dependência digital estará vinculada à falha na formação integral dos usuários, pois esses só se importam com a praticidade que se é oferecida. Tendo como consequência o retardo no desenvolvimento do pensamento crítico, inibindo a capacidade de interpretação e o aprimoramento de habilidades interpessoais. Segundo o filósofo Thomas Hobbes, “O homem é o lobo do homem”, sendo aplicado no contexto atual, o ser humano mesmo sabendo do seu erro persiste em continuar, sendo então ele mesmo o causador de seus principais problemas. Tal ação só será revertida a partir do momento que a forma de pensar da população evolua.
Concebendo assim, a formação de uma sociedade alienada e desprovida de intelecto. Portanto, para que esse cenário mude, é fundamental a autoanalise de cada cidadão perante a dependência tecnológica, a fim de que cada pessoa reconheça os seus erros e busque revertê-los. Paralelo a isso, cabe ao Governo ministrar uma palestra recomendada para todas as idades, junto ao Ministério da Saúde, identificando os malefícios causados pela praticidade de curto prazo que a internet traz. Assim semeando, ações para um futuro melhor.