A internet facilitou a informação, mas restringiu a capacidade de reflexão
Enviada em 31/05/2021
Era melhor antes, sem internet ou agora ?
Antigamente para se fazer um trabalho escolar era preciso ir diversas vezes à bibliotecas e ficar horas procurando livros, pois o assunto era de difícil acesso. A internet facilitou a informação, já que hoje em dia, em apenas uns cliques, você acha o que quiser em seus aparelhos digitais. E essa nova realidade também apresenta problemas, nem sempre o local em que se encontra é verídico, e sim, alguém expondo sua opinião ou, propositalmente, espalhando notícias falsas. Pode-se considerar o fato de que o rápido acesso à informação cresceu e tornou-se amplo; conjuntamente, houve a criação das redes sociais, que até hoje, as sociedades se moldam através, ou seja, as pessoas acreditam em tudo que vêem a partir do que sai na internet; e isso faz com que o mundo não reflita, nem pesquise mais sobre o assunto. Desencadeando, a falta do senso crítico, que está relacionado com a reflexão, e a falta de controle sobre as redes.
No Brasil, segundo a pesquisa TIC Kids Brasil, a partir dos 9 anos de idade as crianças já possuem o acesso às redes de comunicação, sem a monitoria dos pais, que faz com que a criança tenha acesso a qualquer tipo de informação, até as indesejadas, impossibilitando a formação do senso crítico, mantendo o mundo alienado à certas informações. A solução deste problema não é proibir a criança ao acesso, e sim, monitorar o que ela faz, o que ela publica em suas contas pessoais, e ensiná-las que tudo que elas postam o público tem acesso, e que o público também posta coisas; não é só porque alguém tem milhões de seguidores que tudo que essa pessoa falar está correto, e que antes de acreditar em tudo é bom pesquisar em sites confiáveis.
A princípio, outro quesito importante é sobre a falta de controle do mundo com as redes sociais. O Brasil é o segundo país que mais usa esses aplicativos como, Instagram, Fcebook, Twitter, Tik Tok, que são aplicativos cujo possui a exposição de imagem e de dados pessoais, colocando o usuário em “risco”, que incentiva a falta do processo de reflexão e, ao mesmo tempo, faz com que a sociedade se molde através das redes.
Deste modo, é possível compreender que cabe ao Governo e ao Ministério de Educação, juntar especialistas em tecnologia para combater a falta de informação e priorizar o uso consciente da internet e suas redes sociais, fazendo palestras, entrevistas e até um próprio conteúdo nas redes mais usadas. Com isso, os pais irão conseguir, além de usar a internet de forma consciente, conseguirão monitorar corretamente seus filhos; combatendo as Fakes News, diminuindo o número de pessoas alienadas e aumentando a reflexão.