A internet facilitou a informação, mas restringiu a capacidade de reflexão

Enviada em 02/07/2021

Segundo Zygmunt Bauman, filósofo e sociológo  polonês, “Não são as crises que mudam o mundo e sim nossa reação a elas”. Muito se tem discutido, recentemente,  a respeito do acesso fácil a informação, contudo o uso desse meio de um modo inconsequente, pode acarretar múltiplos malefícios. “A insatisfação é o primeiro passo para o progresso de um homem ou de uma nação” disse Oscar Wilde, escritor britânico. Diante disso, nota-se na falta de interpretação de fatos, na superficialidade e a ausência de ponto de vista próprio.

Em primeiro plano, “O conhecimento lhe dará a oportunidade de fazer a diferença” disse Claire Faign, educadora norte-americana. Nessa lógica, o ser humano deveria ter uma vantagem no conhecimento digital ,visto que a tecnologia vem se alcançando mais rápido e se adaptando à realidade de cada pessoa. No entanto, a prontidão de bases que são encaminhadas até os indivíduos está decaindo a compêtencia dos mesmos, um. Outra lacuna, é o ser humano não perceber que isso dificulta o seu próprio progresso.

Em uma segunda análise, o ato de superficialismo, onde a pessoa vive de fachada e não consegue mais sair desse mundo ligado ao dispositivo, o excessivo assim dizer pelo aparato. Isso reflete na vivência de cada pessoa e no seu modo de agir, desse modo as influências tem pontecial de serem prejudiciais, como a perca de memória, alterações físicas, insônia e até na formar de criar. “Tornamo-nos Deuses na tecnologia mas permanecemos macacos na vida” disse Arnold Tonybee, historiador britânico.

Infere-se portanto, que o compromisso da capacidade da reflexão na sociedade hordiena ainda é um recurso desprovido na identidade nacional, por isso, são indispesáveis medidas que possam minimizar a situação. Em suma, cabe ao Ministério da Educação, o auxílio para elaborar conferências com as instituições de estudos com familiares e ingressar com palestras e métodos seguros. Além disso, faz-se necessário o STF(Supremo Tribunal Federal) investir e executar programas anuais com agentes profissionais para a melhoria da sociedade