A internet facilitou a informação, mas restringiu a capacidade de reflexão
Enviada em 21/10/2021
Em 1969 foi criada a primeira rede de comunições entre computadores a longas distâncias, na época foram interligadas duas máquinas que se localizavam na Univercidade da Califórnia e a outra se encontrava na Universidade de Stanford. Desde então a velocidade com que as informações são transmitidas vem aumentando exponencialmente. No entanto, a capacidade de reflexão vem diminuindo de maneira inversamente proporcional a quantidade de informação disponível.
Em primeira análise, cabe mencionar a pesquisa realizada pelo neuroscientista francês Demsburgt, a qual aponta que pela primeira vez na história, os filhos estão apresentando QIs (Quoeficientes de inteligência) inferiores ao de seus pais, no artigo é comprovado de maneira categorica e concissa as razões pelas quais o excesso de tecnologias vem provocando esse efeito. Nesse viés, é mencionado que um dos fatores que contribuem para o quadro vigente é a falta de aprofundamento em assuntos importantes, justamente por estarem disponíveis facilmente quando solicitados na internet, de modo que o cérebro interpreta que tal informação não é relevante o suficiente para que seja absorvida.
Em segunda análise, merece ênfase a superficialidade com que o tema é debatido pela sociedade, afinal, grande parte da geração X e dos “milenialls” que correspondem aos que nasceram entre os anos de 1985 até 1999 compartilham informações de naturaz duvidosa a todo tempo, aumentando a densidade de desinformação, efeito que vem sendo denomidao como infodemia. Sob esse víes é notório que o problema não se encontra na tecnologia da internet e sim em como as pessoas a utilizam, contribuindo para a própria degradação da espécie, como foi dito por Thomas Hobbies quando afirmou que " O Homem é o Lobo do Homem".
Por conseguinte, é mister que o Estado tome providência para que o assunto seja colocado em pauta pela sociedade. Para conscientização da população brasileira, urge que o MEC crie, por meio de verbas governamentais, campanhas publicitárias nas rede sociais que detalhem sobre as consequências de não refletirem de forma consciente a respeito das informações que recebem diariamente, para que não repassem notícias falsas, evitando a infomdemia.