A internet facilitou a informação, mas restringiu a capacidade de reflexão
Enviada em 29/10/2021
A revolução tecnológica, também conhecida como terceira revolução industrial, ficou conhecida pela evolução da eletrônica digital e avanço na tecnologia. Sob esse âmbito, é fato concluir que as tecnologias facilitam inúmeras tarefas do dia a dia, entretanto, ela se mostrou um possível problema para as crianças e adolescentes em desenvolvimento. Logo, faz-se necessário compreender como a internet pode diminuir a capacidade de raciocínio e levar os jovens a adquirirem um vício.
Em primeiro plano, é pertinente citar as ideias do sociólogo Jonh Locke que, nesse sentido, afirmou que os seres humanos nascem como folhas em branco e ao longo de suas vidas moldam sua personalidade a partir das experiências vividas. Dessa forma, é indubitável afirmar que os conteúdos consumidos na internet são, de fato, responsáveis por parte do desenvolvimento da personalidade e capacidade de raciocínio desses jovens.
Outrossim, tendo em vista a realidade supracitada, é necessário que assim como previamente determinado pelo artigo 932 do código civil, os pais façam a vigilância dos conteúdos consumidos e publicados pelos seus filhos nas plataformas digitais, assim como o tempo despendido na mesma. Pois, sob esse prisma, um estudo publicado na Folha de São Paulo revelou que crianças que passam tempo excessivo na internet, tem sua capacidade de raciocínio lógico afetada ao longo dos anos.
Portanto, é mister que atitudes sejam tomadas para a prevenção das consequências causadas pelo abuso da tecnologia. Dessa forma, compete ao Governo Federal desenvolver campanhas pelo meio digital, com o intuito de alertar os pais sobre os riscos supramencionados e evitar que mais jovens adquiram esse vício. Destarte, assim como dito pelo pensador e matemático Albert Einstein, ’’ O espírito humano precisa permanecer sobre a tecnologia’'.