A judicialização da saúde no Brasil.
Enviada em 27/10/2019
Em 1968, no Brasil, o compositor Chico Buarque lançou a canção “roda vida”. Nela vê-se que o eu lírico realça o desejo coletivo de ter “voz ativa”. Contudo, pontua-se que tal anseio vem sendo progressivamente reduzido em parte da população, o que tem permitido problemas como a judicialização da saúde no Brasil. Nesse sentido, é importante analisar as questões de fiscalização e investimento financeiro.
Primeiramente, percebe-se que o poder público se mostra negligente ao não uma saúde sem judiação no Brasil. Isso porque existe uma deficiência no processo de fiscalização, uma vez que falta fiscais pra fiscalizar os remédios dos pacientes que necessitam pra tal tratamento, para que não haja nenhuma morte caso falte o remédio adequado. Logo, verifica-se que o governo não tem assegurado o bem-estar de todos os cidadãos, demostrando, dessa forma, uma ruptura no contrato social teorizado pelo filósofo Jean-Jacques Rousseau.
Outrossim, enfatiza-se que a massificação social diante dos maus-tratos a saúde. Porém, alguns brasileiros não têm se mobilizado em prol da saúde no Brasil, visto que, falta investimento financeiro, para compra de equipamentos adequados a qualquer tipo de tratamento para a sociedade não passar necessidade nos leitos dos hospitais. Esse fato, vem a comprovar os estudos da filósofa Hannah Arendt, já que, em virtude de um processo de massificação social, as pessoas estão perdendo a capacidade de distinguir o certo do errado.
Portanto, convém ressaltar que a judiação saúde no Brasil deve ser superada. Logo, é necessário exigir do estado, mediante debates em audiências públicas as fiscalizações para melhorar a falta de remédio, para que nenhuma morte seja registrada. Ademais, é fundamental informar aos brasileiros, através de ONGs, para ter mais investimento financeiro na parte de equipamentos nos hospitais, porque caso falte um equipamento para a realização de um procedimento, a pessoa pode ir a óbito. Desse modo, o eu lírico do Chico Buarque seria possível a sociedade ter “voz ativa”.