A judicialização da saúde no Brasil.
Enviada em 30/06/2020
A Constituição federal garante o direito a saúde para todos. Entretanto, o Sistema único de saúde (sus), através do processo da judicialização da saúde, apresenta dificuldades para também garantir esse direito, principalmente em casos de doenças raras que precisam rapidamente de vários remédios, e alguns são bem caros.
A judicialização ocorre quando é necessário entrar na justiça contra o governo para poder ter a acesso a certos remédios e tratamentos. No entanto, todo processo é demorado e quando o paciente precisa desse medicamento com agilidade isso pode ser muito prejudicial para ele. Esses processos de judicialização aumentaram mais de 9 vezes de 2010 a 2016, fazendo ser mais demorado para poder tem acesso as doses dos medicamentos.
Outro grande problema é que a quase todo tipo de tratamento o sus cobre, o que não seria um problemas, mas alguns desses tratamentos são inúteis, como no caso da pilula do câncer que foi medicamento comprovado que não funcionava, porém o sus cedeu esse tratamento para várias pessoas, ou seja, dinheiro jogado fora. Soma-se a isso o problema de que aluns profissionais da saúde prescreverem remédios que ultrapassam a dos itens disponibilizados pelo sus.
Para poder frear essa bomba-relógio que é a judicialização da saúde, será necessário um rigor maior na horá de escolher qual tratamento será disponibilizado pelo sus, para evitar gastos desnecessário com tratamentos que não funcionam. Também é necessário desencorajar as pessoas a pedirem tratamentos que não precisam, assim deixará a fila de espera menor e os medicamentos serão entregues mais rapidamente.