A judicialização da saúde no Brasil.
Enviada em 30/04/2020
Promulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1948, a Declaração dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem - estar social. Conquanto, a judicialização da saúde demonstra que não é tão simples assim, dificultando o acesso de pacientes com doenças raras necessitando de remédios. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.
A educação é o fator principal no desenvolvimento de um país. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. De acordo com o Fórum, houve um aumento de 129% nas demandas de 2009 a 2018, isso acaba sendo complicado, pois, pacientes diagnosticados com doenças raras e que necessitam de remédios com rapidez, acaba sofrendo muito com a falta de responsabilidade do Governo com o mandato para a liberação dos medicamentos.
Faz - se mister, ainda, salientar os medicamentos como impulsionador do problema. De acordo com Zygmont Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é a características da “modernidade líquida” vivida no século XXI. Diante de tal contexto, muitos pacientes nem se quer tem conhecimento sobre a judicialização de saúde e acabam não tendo o seu direito de recorrer aos devidos remédios necessitados que está disponível na saúde pública. O Poder Judiciário acaba prejudicando um pouco por sempre querer comprar remédios somente quando o paciente realmente necessita.
Infere - se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de politicas que visem à construção de um mundo melhor. Dessa maneira, urge que o Governo Federal deve entrar em processo para que os remédios sejam mais acessados com facilidade e que tenham mais medicamentos nas listas do SUS, o objetivo e a melhoria da qualidade de vida dos pacientes. Dessa forma, o Brasil poderia superar à saúde.