A judicialização da saúde no Brasil.

Enviada em 08/06/2020

A judicialização da saúde no Brasil está visivelmente dominada pela chamada, “Judicialização Privada”, segundo o “G1 Economia” em 2017 o Brasil gastou apenas 9,2% do PIB com a saúde. Em uma entrevista do “Canal UM BRASIL” com Octávio Ferraz ele disse que, “A gente hoje investe 4% do PIB em saúde pública e mais quatro em saúde Privada…”, também mencionou que, “Só que esses 4% da saúde privada são para atender mais ou menos 25% das pessoas um quarto da população que tem seguro privado, então os outros 4% tem que atender os 75% da população ou mais…”.

A judicialização da saúde é o “recorrer do cidadão ao juiz” para ter acesso a um certo remédio ou tratamento. O problema se instala quando lá no inicio o direito a saúde colocado na constituição teria baseamento no mesmo plano do ingleses, sedo grande e maioria esmagadora a saúde pública e não a saúde privada. No caso do Brasil acabou que esse é o inverso a judicialização privada é a dominante, até mesmo incentivada pela Estado.

O abuso da Judicialização custa milhões para o Estado do ano, isso por que quando o cidadão vai ao SUS não encontra o que precisa e tem que recorrer. Em meio a tudo que é visto que não é entregue na saúde pública, juízes ao serem pressionados dão causa ganha quase sempre ao precursor.

Conclui-se que se o Estado investir mais em saúde e educação, teríamos um decréscimo nos pedidos judiciários por remédios por exemplo, assim os milhões gastos antes com os processo podem ser gastos na evolução de escolas e da saúde.