A judicialização da saúde no Brasil.
Enviada em 09/06/2020
A saúde do Brasil na sociedade está cada vez mais precária. O descaso dos governantes com o povo Brasileiro deixa milhares de vítimas por ano, e inclusive processos judiciários, não garantem os devidos critérios para atenderem a todos da melhor forma possível. 8% do PIB brasileiro é gasto em saúde, e menos de 50% é investido na pública, de acordo com Octávio Ferraz para a entrevista de ¨Um Brasil¨. A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) aponta que em 2018 77% dos brasileiros estavam sem uma assistência médica privada.
O jornal G1, da Globo, divulgou em 2018 que cerca de 153 mil pessoas morrem por ano pelo atendimento de má qualidade, e 51 mil por falta de acesso a saúde. Muitas falhas ocorrem por consultas rápidas e sem o procedimento necessário, preconceitos, falta de verbas ou até mesmo por muitos procurarem ajuda médica quando o quadro já está agravado, a pesquisa do Instituto Data Popular mostra que seis em cada dez brasileiros só vão ao médico quando já estão doentes.
Segundo dados do Conselho Nacional de Justiça em 2016 teve 103.869 processos por conta da saúde brasileira, privada e pública. O gasto com essas ocorrências foi de 8,2 bilhões. Muitos desses processos não ocorreriam se o sistema realmente funcionasse da forma que deveria, ele possui falhas, todavia, um assunto tão delicado e podendo colocar o bem estar do povo não deveria possuir um número tão grande de mortes ou problemas que seriam evitadas se tivesse um foco e desempenho melhor daqueles que estão no poder.
Como visto nos parágrafos anteriores, muitos assuntos devem vir em pauta, o ministério da saúde junto ao poder judiciário devem ter uma união eficaz para resolver todos os problemas que estão impedindo o Brasil de ir para um sistema de saúde de primeiro mundo. A secretária de saúde junto com a de educação devem fazer projetos incentivando cada vez mais os alunos para se tornarem profissionais altamente qualificados para atenderem toda a população de forma respeitosa ao Direitos Humanos.