A judicialização da saúde no Brasil.

Enviada em 11/07/2020

Pela ótica social moderna, a judicialização da saúde no Brasil apenas detém a atenção devida em situações específicas como o ocorrido em Santa Catarina onde foram gastos 11 milhões de reais para beneficiar apenas 8 pacientes. Nesse contexto, a questão dos fatos a serem mencionados deve ser avaliada a partir de seus pontos positivos e negativos.

Em primeira análise é possível observar que o sistema único de saúde (SUS) vem recebendo um grande numero de ações judiciarias para que ele possa garantir atendimento a um indivíduo que precisou recorrer a terceiros para poder ter acesso ao atendimento, segundo o Conselho Nacional da Justiça foram registrados 151.856 mil processos envolvendo o SUS para que ele garantisse atendimento médico as pessoas.

Isso é um aspecto negativo em relação a saúde ofertada no Brasil, pois um cidadão necessita recorrer ao sistema judiciário, gera mais tempo de espera para o atendimento e aumenta os gastos que o paciente terá. Entretanto quando a pessoa vai recorrer ao sistema judiciário ela tem uma certa garantia que vai receber o atendimento médico-hospitalar.

Logo, diante dos aspectos mencionados, a judicialização da saúde no Brasil precisa ser vista pela União para que esses processos possam diminuir, para isso acontecer o governo deve direcionar investimentos na área da biomedicina, educação e nos institutos de pesquisas.