A judicialização da saúde no Brasil.
Enviada em 13/07/2020
Todos, independentemente da sua raça, etnia, religião e condição financeira, tem o direito de receber o tratamento necessário para a sua saúde. No Brasil, há o SUS - Sistema Único de Saúde - que possibilita àqueles que não tem condições de possuir convênio, receber atendimento médico.
É clara a carência de responsabilidade e organização do sistema de saúde brasileiro a respeito da obtenção de medicamentos necessários para tratamentos específicos, o que leva muitos recorrerem a justiça. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, há alguns remédios que não situam-se na lista de distribuição do SUS tal qual precisa-se de licitação para requerer o abastecimento dos mesmos, o que pode por consequência haver atraso e dificultar assim, o tratamento de pacientes que necessitam dessa medicação.
Na maioria das vezes, pacientes que não recebem o devido acolhimento não sabem que podem recorrer ao Sistema Judiciário em busca de soluções para suas enfermidades. O poder jurídico examina a demanda e o seu carecer por ter-se de usar o dinheiro público, sendo assim, um grande processo burocrático. Segundo o Fórum das Entidades Médicas, houve um aumento de 129% nas despesas de 2009 a 2018, o que proporciona esperança de melhoras no Sistema de Saúde.
Posto isso, deve-se apressurar a judicialização afim de agilizar seus processos a respeito da falta de atenção aos adoecimentos que deveriam ser tratados em hospitais, onde tem-se de haver informações referentes aos direitos do paciente, sendo eles feitos através de cartazes explicativos e propagandas na rede televisionada.