A judicialização da saúde no Brasil.

Enviada em 11/07/2020

Hodiernamente no Brasil e no mundo estamos vivendo em uma pandemia que é o surto de uma doença respiratória chamada de covid-19 que teve sua origem em Wuhan, uma cidade que fica na China,estamos vivendo em um cenário semelhante a época da peste bubônica que matou muitas pessoas no mundo, ela era transmitida através de uma pulga que estivesse contaminada com a bactéria, com isso muitas pessoas estão indo para os hospitais através do SUS.

Portanto, muitas pessoas que estão indo para os hospitais através do SUS acabam morrendo tanto pela covid quanto por outros problemas, como por exemplo transplantes de órgãos pelo SUS que vem enfrentando dois desafios, que é, a falta de doações e de financiamento de acordo com a CB Brasil Até setembro, a ABTO registrou 36.468 pessoas em lista de espera, mas, na sexta-feira, o Ministério da Saúde informou que a lista de outubro fechou com 45.714 pacientes. Os números, porém, ainda não foram desmembrados por tipos de órgãos.

Contanto, segundo Daniela, a demanda é sempre crescente, principalmente porque a população está vivendo mais e os idosos, precisando, cada vez mais, de terapia renal. “Quando a gente tem uma doação, vai um rim para cada paciente, mesmo assim é a maior fila. É a primeira demanda de transplante de órgãos sólidos disparado”, portanto com a populaçao ficado mais velhas e com os acidentes que acontecem no mundo acabam tendo muitas pessoas na fila para adquirir um órgão, que as vezes tem outras pessoas que também necessitam do mesmo.

Por todas as razões ditas anteriormente é mister que o governo junto com o ministério da saúde crie novas campanhas para que as pessoas que queiram doar seus órgãos possam doar, também peça a permissão dos familiares para a obtenção dos órgãos de familiares que tenham morrido por morte cerebral, já que os órgãos continuam funcionando através de maquinas até que eles sejam retirados do corpo do falecido, com isso irá aumentar o numero de órgão nos hospitais para a doação.