A judicialização da saúde no Brasil.
Enviada em 12/07/2020
No ano de 1948, foi promulgada pela ONU ( Organização das Nações Unidas) a Declaração dos Direitos Humanos, a qual diz que todo cidadão tem direito a educação, lazer e saúde. Entretanto, no Brasil não ocorre exatamente assim, visto que a judicialização ainda da saúde ainda é uma questão no país. Vê-se então a necessidade de medidas para reverter tal situação.
Deficientes, portadores de doenças crônicas ou graves, e muitos outros sofrem diariamente com a enorme dificuldade de acesso a medicamentos necessários para manter sua saúde. Visto isso, vêm como saída recorrer ao judiciário como ultima alternativa para a obtenção da medicação ou tratamento que lhes foi negado pelo SUS ( Sistema Único de Saúde ).
Diante disso, dados do Insper indicam que no ano de 2016, o gasto com demandas judiciais na saúde consumiu mais de R$1,3 milhões. O que mostra a gravidade da situação mesmo desde quatro anos atrás. Essa falta de atenção do sistema com a população pode levar a diversas complicações nos casos daqueles que urgem de tal auxílio, ou até mesmo ocasionar em mortes.
Após avaliação da situação, nota-se a gravidade e percebe-se a necessidade de medidas para contorna-la. O Governo deve então, em conjunto ao SUS rever a disponibilidade de tais auxílios além de criar programas para facilitar o acesso aos mesmos. Objetivando assim, uma sociedade melhor atendida pelo poder público na área da saúde.