A judicialização da saúde no Brasil.

Enviada em 12/07/2020

A desorganização atual no Ministério da Saúde brasileiro, tem ocasionado graves consequências para a população no que se diz respeito ao combate do COVID-19. Visto que já se passaram mais de 50 dias sem um Ministro de ofício à frente do cargo. Tal situação acumulou-se a outros problemas já em evidencia no sistema de saúde pública local.

O mau gerenciamento e a falta de investimento toma conta da saúde pública brasileira. Exemplo disso é que na maioria das vezes o sistema é insuficiente e com pouca qualidade para atender a população. Reflexo disso é a atual posição do país no ranking mundial (125°), dados divulgados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) no ano de 2020.

Em meio a pandemia, nota-se, as dificuldades enfrentadas pelos hospitais públicos para receber os contaminados pelo novo Corona Vírus. Fato esse ocasionado pelo histórico da política local, quando se fala em corrupção e desvio de verbas destinados as áreas sanitárias. As enormes filas do SUS (Sistema Único de Saúde) reflete um pouco da situação atual.

Contudo, é importante salientar o quanto o sistema e a judicialização da saúde contribuem diretamente para a vida dos cidadãos. Pois com isso implanta a ideia de direito de bom sistema sanitário para todos. Uma forma de melhorar tal situação é o governo federal adotar uma bom gerenciamento com objetivo de evitar a falta de medicamentos previstos no SUS e também fiscalização judiciária em relação ao dinheiro destinado a área da saúde afins de combater a corrupção e desvios de verbas e assim melhorar a capacidade da saúde pública local.