A judicialização da saúde no Brasil.
Enviada em 04/09/2020
É inegável que a Constituição Federal garante o direito à saúde para todos. No entanto, devido à falta de recursos para a população, o Brasil possui atualmente um sistema público de saúde instável, que é um problema que precisa ser resolvido. Além disso, a falta de coleta de lixo torna esse problema ainda mais sério. Portanto, é necessário que diversos trabalhadores sociais se unam em defesa da saúde.
Pode-se perceber que a saúde é um direito de todos e que os indivíduos devem ser tratados de forma adequada. No entanto, como a maioria das pessoas depende do estado e de recursos, a falta de serviços para a população é muito instável. É importante destacar, que o congestionamento e a inevitável demora do SUS geraram diversos processos judiciais. Nessa perspectiva, cabe ao governo ampliar o objetivo da assistência para torná-la mais adequada à população.
Ressalte-se que a Constituição Federal não garante a saúde de todos os brasileiros devido à postura equivocada de algumas pessoas em relação às políticas públicas. Obviamente, as dificuldades enfrentadas não se devem à falta de recursos, mas sim à má gestão dos fundos públicos. Além disso, vale ressaltar que devido à falta de saneamento básico, a população enfrenta sérios riscos à saúde, como doenças respiratórias, e deve contribuir para a melhoria do convívio social. Nesse sentido, se não for o mais rápido possível, nossa população não se desenvolverá bem.
Dado exposto, para moderar a judicialização da saúde, é necessário estabelecer um diálogo franco entre todos os atores sociais obstruídos: poder público, médicos e pacientes. O poder público não é apenas responsável pela ampliação do corpo médico e dos postos de serviços, mas também pela fiscalização dos recursos públicos. Sob esse preconceito, o governo deve destinar mais recursos, colocar mais postos de saúde e recolher o lixo para que a sociedade não sofra riscos graves para a saúde.