A judicialização da saúde no Brasil.

Enviada em 03/09/2020

Até as primeiras décadas do século XX, a assistência médica no Brasil era restrita devido à escassez de profissionais na área. A população tinha acesso quase que exclusivamente à técnicas terapêuticas realizadas pelos “práticos” locais. E hoje, os cuidados na saúde, faz jus a todos.

O atendimento à saúde por profissionais da medicina eram restritos às elites, fornecidos em sua grande parte pelo setor privado. Mas hoje, segundo o artigo 196 da Constituição Federal, qualquer brasileiro que queira recorrer aos sistema público, mais precisamente o SUS, será atendido. Apoiado nisso, o SUS trabalha sob três aspectos: promover, proteger e recuperar.

Mas deve-se ressaltar os inúmeros perceptíveis em relação a saúde no Brasil: escassez de recursos financeiros, atrasos nas verbas públicas e pagamentos aos servidores, filas frequentes de pacientes, atendimento de baixa qualidade, falta de leitos e tempo de espera muito longo para realizar procedimentos. Segundo o relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil está em 9º lugar no ranking de países com mais gastos com saúde, um total de 8% do PIB (Produto Interno Bruto): sendo 4,4% com gastos privados (55% do total) e 3,8% com gastos públicos (45% do total).

Portanto, medidas deverão ser tomadas para a resolução do problema. O Governo Federal, juntamente com o Ministério da Saúde, deverá atrair médicos com planos de carreira e melhor infraestrutura, disponibilizar verbas para melhoria dos hospitais, construção do tal em determinados bairros mais necessitados e disponibilizar uso de tecnologia para simplificação do atendimento. Para assim, todos os cidadãos tirar benefício do seu direito.