A judicialização da saúde no Brasil.

Enviada em 07/09/2020

Pela constituição de 1988, a saúde foi decretada como um direito do cidadão brasileiro. No entanto, atualmente observa-se uma precaridade deste serviço no Brasil, uma vez que, pela falta de recursos para atender a população, torna-se uma problemática a ser resolvida. Além do mais, pela falta de coletas de lixo isso contribui para que essa problemática se agrave ainda mais.

É importante destacar, em primeiro plano, que a saúde é direito de todos e deve-se levar ao individuo de maneira adequada. Porém, está precário o sistema de saúde destinado a população, uma vez que, a maioria depende do estado e de seus recursos. Nessa perspectiva, cabe ao governo ampliar os atendimentos e deixa-lós mais adequados a população e, paradoxalmente, é seu dever, pois se isso não é feito a sociedade sofre com sérios problemas de saúde. Um relatório sobre a judicialização na saúde, encomendada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Poder Judiciário, aponta crescimento de aproximadamente 130% nas demandas de primeira instância entre 2008 e 2017. Esses dados demonstram que o Ministério da Saúde deve facilitar o acesso aos remédios.

Assim, é valido destacar que pela falta de acesso da população aos medicamentos, ela corre sérios riscos de saúde, e, com isso o governo deve contribuir para que haja uma melhor qualidade de vida da sociedade.

Portanto, para que ocorra a judicialização da saúde no Brasil, cabe ao governo destinar mais recursos ao setor, construindo mais postos de saúde, investindo em pesquisas sobre vacinas e remédios; também fazer o recolhimento de lixos, a fim de que a sociedade não corra sérios riscos de saúde nas ruas; entre outras medidas que garantam a eficiência do sistema de saúde.