A judicialização da saúde no Brasil.
Enviada em 29/04/2021
Segundo a Constituição federal de 1988, é garantido a todo e qualquer individuo a saúde. Entretanto, tal plano teorico não se aplica totalmente na vida dos brasileiros. Visto que, o índice da judicialização da saúde no Brasil torna-se significativo. Diante disso, cabe a discução como a falta de políticas publicas e a má formação escolar corrobora com o cénario.
Em primeiro plano, vale resaltar a negligência governamental como potencializadora da situação. Nesse contexto, segundo o filósofo Thomas Hobbes, os individuas abdicam de sua liberdade ao demandar funções para o Estado. Com isso, o Governo falha ao não fornecer medicamentos e equipamentos nas redes hopitalares. Dificultando, o tratamento e diagnostico dos pacientes, o que resulta muitas vezes em sequelas e até mesmo morte. Assim, resta apenas recorrer a justiça pública para conseguir seus direitos.
Outrossim, salienta a má formação nas instituições de encino como agravante da situação, ja que não desenvolve o conhecimento do cuidado com a saúde. Tal atitude, pode sobrecarregar as unidades de saúde com doenças como obesidade e diabetes tipo 2, as quais podem ser prevenidas com uma boa alimentação. No mesmo plano, de acordo com o Jornal Valor Economico o orçamento atual aprovado pela Camara para a educação sofreu uma redução 9%, quando comparado com o anterior. Desse modo, a falta de conhecimento dificulta a prevenção de efermidades, o que causa falta de leitos para pacientes com quadro grave. Diante da situação, o aumento de processos vinculados a saúde pública so tende a aumentar.
Evidencia-se portanto, que a falta de póliticas publicas e a má formação potencializam com o aumento da judicialização da saúde no país. Desse modo, cabe ao Governo do Estado aumentar o orçamento voltado para o Ministerio da Saúde e da Educação, por meio, reduzindo do orçamento da Câmara. Tal atitude, faz com que sobre recurço para investir em equipamentos e medicamentos hospitalares, como também nos salarios dos professores das escolas. Tais atitudes, corrobora com o cumprimento do direito previsto na Constituição federal e conseguente diminuição da judicialização da saúde no Brasil.