A legalização dos jogos de azar no Brasil.

Enviada em 06/06/2026

De acordo com a legislação braileira atual, os jogos de azar, como cassinos e bingos, são proíbidos. Porém, apostas esportivas ou virtuais são permitidas e fiscalizadas pelo Ministério da Fazenda. Logo após a legalização desse tipo de aposta, o número de pessoas com sinais de ludopatia, vício em jogos de azar, aumentou, juntamente com os impactos negativos na economia brasileira. Assim, desestimulando a legalização de jogos de sorte no Brasil.

É inegável que a permissão de jogos de azar de maneira lícita causa um aumento na quantidade de ludopatas. Isso ocorre porque a legalização facilita o acesso a locais de apostas e, ao apostar, o cérebro ativa gatilhos de liberação de dopamina, um neutransmissor relacionado ao prazer. Então, gradualmente, o indivíduo joga mais em busca dessa mesma sensação. Analogamente, o filme ‘Joias Brutas’ retrata um protagonista que é vítima dessa situação e, como resultado, tem suas condições psicológicas afetadas, constantemente estressado e ansioso.

Além disso, tornar as apostas legais gera impactos economicos negativos nos jogadores e seus familiares, já que o dinheiro que seria usado para comprar produtos e serviços é empregado no pagamento de apostas, o que não traz retorno algum a família. Essa circunstância é mostrada de forma semelhante no filme ‘O Apostador’. Nele, o personagens principal compromete não só o próprio dinheiro, mas também o dos familiares para pagar as dívida vindas de apostas em cassinos. Por conta disso, o setor de varejo teve uma perda de 103 bilhões de reais em seu faturamento anual em 2024, segundo o ‘Portal do Comércio’, elucidando que a legalização de jogos de azar prejudica a economia, pois faz comprar menos.

Portanto, cabe ao Ministério da Saúde, responsável por formular e gerir as políticas públicas de saúde, em colaboração com o Ministério da Educação, encarregado por legislar e coordenar o sistema de ensino brasileiro, conscientiar sobre os malefícios dos jogos de sorte, por meio de palestras e da mídia, grande formadora de opinião, com o objetivo de desincentivar a prática desse tipo de entretenimento.