A legalização dos jogos de azar no Brasil.
Enviada em 08/11/2019
Desde sempre as pessoas procuram por entretenimento, tanto adultos como crianças. No caso dos adultos uma grande opção é a prática de jogos de azar. Cujo passatempo provoca a impulsão de geração de empregos, como também leva o jogador ao vício da atividade, resultando em problemas financeiros, familiares, a crimes e violência. Este assunto foi recentemente discutido entre o Presidente Jair Bolsonaro e o Congresso Nacional.
Com base nisso, aponta-se que em um local de jogos de azar é preciso de um vultoso número de funcionários para seu funcionamento - devido a isso houve muitas pessoas desempregadas quando o Presidente Enrico Gaspar Dutra proibiu a prática de jogos de azar (1946). Visto tal preceito, Magno José Santos (presidente do IBJL - Instituto Brasileiro Jogo Legal) aponta que milhares de empregos são acarretados. Desses, 658 mil empregos são diretos e 619 mil empregos são indiretos.
Outro ponto fundamental, relaciona-se ao vício causado pelos jogos à população. Diante disso, alega-se a compulsão por jogos, levando a grandes dívidas (em casos piores, à falências), problemas com a família (caso alguém tenha certa religião contra esta prática), além disso, algumas pessoas defendem a ideia de que os jogos são controlados por criminosos, causando assim, em violência ou até execuções. Posto isso, evidencia-se um exemplo dos problemas apontados: “Estudantes são ameaçados por dívidas de jogos esportivos online” (PE), evidencia-se que o delegado Nehemias Falcão (subchefe da polícia civil) declara a contravenção penal pelos jogos de azar em sua investigação.
Faz-se imprescindível, portanto, que o Congresso Nacional pregue uma lei definitiva, em assembleia, da não ratificação dos jogos de azar no Brasil, impedindo que haja dívidas da população. Outrossim, é preciso que os brasileiros se conscientizem por meio de pesquisas em artigos sobre as consequências da prática desses jogos, independente do grande número de empregos presentes nesse mercado. Por conseguinte, haverá diminuição considerável de quantidade de pessoas com vício nessas ações (que muitas vezes na realidade é uma doença que leva a compulsividade de jogar), e de violência ou execuções realizadas por dívidas como foi exemplificado anteriormente.