A legalização dos jogos de azar no Brasil.

Enviada em 06/03/2020

Crianças brincam de pedra-papel-tesoura. Adolescentes organizam rifas para a escola. Pessoas de todas as idades jogam bingo. A semelhança entre os itens citados é que todos são jogos de azar, e legalmente, são proibidos. Estes hábitos sempre foram algo natural na sociedade, por isso, merecem ser legalizados.

De acordo com a ONU, apenas 37 de seus 193 países-membros proíbem jogos de azar, e o Brasil faz parte dessa minoria. Estes jogos são uma tradição antiga na vivência humana e ainda acontecem frequentemente, e uma de suas principais características é: ganha quem tiver sorte - e todos que participam sabem disso. Não faz sentido proibir um tipo de entretenimento assim porque algumas pessoas perdem pelo azar, afinal, elas sabem desta possibilidade. Além disso, é incoerente o Brasil proibir jogos de azar sendo que apostar na loteria é claramente um.

Destaca-se, também, os benefícios perdidos pela proibição dos jogos de azar. Eles proporcionam mais empregos, como a geração de Cassinos; crescimento do PIB e melhora na economia, devido à grande arrecadação monetária; lazer e entretenimento, etc. Proibir novas maneiras de enriquecer, evoluir e se divertir, que não ferem os Direitos Humanos, é uma forma de praticar a censura.

Resumidamente, a proibição de jogos de azar é ilógico, afinal, muitos países crescem e divertem sua população com eles. Logo, para resolver essa situação, a mídia pode informar através de meios comunicativos sobre os benefícios dos jogos e formas conscientes de se participar deles, afim de mudar o pensamento do governo e alterar futuramente a atual lei em vigor. Isto promoverá a liberdade econômica e de lazer do brasileiro.