A legalização dos jogos de azar no Brasil.

Enviada em 20/03/2020

A política romana intitulada de Pão e Circo era um medida dos imperadores distanciarem os romanos dos inúmeros problemas internos. Do mesmo modo, a legalização dos jogos de azar, no Brasil, irá ludibriar a população brasileira quanto a crise política vigente, além de criar problemas financeiros e familiares a população. Por isso, é irrefutável a necessidade de impedir tal situação, tanto por induzir ao vício por dinheiro, quanto por promover a dissociação familiar.

No que concerne ao primeiro ponto, vale ressaltar que a lucratividade dos jogos de azar instiga o vício pelos jogos. Nesse sentido, os jogadores ficam presos diante da facilidade aparente em obter prêmios e dinheiro, fato que culmina em um ciclo vicioso. Tal postura, conforme a teoria da Mediana Aristotélica, corrompe o homem em razão de seus vícios adquiridos, podendo, em tal situação, criar uma situação de endividamento e de dificuldades financeiras.

A respeito do segundo dado, é importante salientar que os casinos e casas de apostas promovem o surgimento de atritos familiares. Afinal, as relações humanas estão cada vez mais voltadas ao interesse financeiro do que ao bem estar familiar. Por isso, conforme a teoria da Modernidade Líquida do filósofo Zygmunt Bauman, o desejo pelo dinheiro e pelo status social que por ele é criado, instiga os jogadores a se desfazerem até mesmo de suas famílias pela incerteza da vitória nos jogos de azar.

Desse modo, medidas são indispensáveis para impedir a implantação efetiva desses ambientes. Para tal, o congresso nacional deve manter uma postura contrária a legalização dos jogos de azar no Brasil. Nessa perspectiva, os projetos voltados a efetivação dessas práticas devem ser vetados e as leis para o combate as casas de azar clandestinas devem ser mais punitivas para impedir sua perpetuação. Com isso, a população não irá ter contato com tais ambientes e o bem estar social será preservado.