A legalização dos jogos de azar no Brasil.
Enviada em 09/05/2020
O ato de praticar apostas financeiras é datado na Idade Antiga como forma de entretenimento das classes altas. Nesse cenário, os jogos de azar popularizou-se nas camadas mais afastadas da pirâmide etária, devido ao sonho de melhoria de vida de muitos, no entanto, para contribuir com a falta de sorte, a Matemática interveio com estudos sobre estatísticas e probabilidades. Embora, hodiernamente, o consumo constante possibilita vícios e grandes perdas financeiras e materiais dos participantes, uma vez que, abrange, muitas vezes, os familiares, além de dar acréscimo à desigualdade social brasileira.
A priori, os jogos de azar estão proibidos, no Brasil, desde o decreto de Gaspar Dutra, ex-presidente da República. Visto que, ao passar dos anos, o transtorno por jogos cresciam em populações mais baixas em virtude de perdas totais com o consumo constante de bingo, truco ou roleta, além de, inserirem, indiretamente, cada vez mais, membros familiares nas apostas. Por consequência, progridem no prejuízo do sustento familiar, logo, é imprescindível que haja cumprimento da Lei imposta.
Outrossim, o funcionamento ilegal das casas de jogos existentes agravam a porcentagem do nível de desigualdade social. À vista disso, no filme “21” é comparado o lucro obtido do receptor em detrimento do doador, com enfoque nas condições sociais vivenciadas por cada um. Desse modo, a frase musical de “As meninas”, traz à tona que: “Os ricos cada vez ficam mais ricos e os pobres cada vez ficam mais pobres” devido à probabilidade matemática voltar-se para com a infinidade dos números. Sob esse prisma, a ignorância dos apostadores a fim de ganhar os jogos, devem-se ao fato de carência escolar.
Torna-se evidente, portanto, que os jogos de azar acarretam malefícios para o país, uma vez que o comportamento humano acelera o processo. Para resolver os impasses, o Ministério das Telecomunicações, em parceria com instituições de ensino, deve instaurar, em redes de comunicação, disque-denúncia anônimo, a fim de prevenir vícios que destroem lares e possibilitar treinamentos policiais para cumprimento da Lei. Ademais, explorar o ensino da Matemática, do cotidiano, em escolas básicas para crianças, com o objetivo de desenvolver pensamentos que favorecem a situação da grande parcela populacional, para, assim, promover uma sociedade mais justa e harmoniosa.