A legalização dos jogos de azar no Brasil.
Enviada em 12/08/2020
A novela “A força do querer”, exibido pela rede globo de produções, tem como personagem principal Silvana, uma jogadora compulsiva em jogos de azar, que se recusa a acreditar que é viciada ao ponto de apostar a própria casa e perder tudo. Por conseguinte, tal fato exposto coincide com a contemporaneidade, em que o vício da população por apostar cada vez mais em detrimento da visão capitalista, é algo prejudicial não só para esse público, mas também para toda sua família. Logo, urge que o Estado encontre meios para reverter esse cenário.
Em primeira análise, vale destacar que, o início da República do Brasil, foi marcado pelo constante “hobby” dos jogos de azar. Entretanto, logo mais no governo de Gaspar Dutra, os jogos foram proibidos no Brasil até os dias atuais. Posto isto, o vício ao apostar valores altos nesses tipos de jogos, foi um fator primordial para essa tomada de decisão, uma vez que o vício constante da sociedade tem por consequência questões graves para sua familía, ao ponto de ficarem sem moradia e comida,
Em segundo plano, ainda que medidas tenham sido tomadas para a legalização dos jogos de azar no Brasil, como, por exemplo, o controle do governo federal com o capital que o jogador receber, visando o destino e a identificação do indivíduo, a lavagem do dinheiro na atualidade é uma ineficiência na questão pública no que se diz respeito ao destino dessa verba, uma vez que o dinheiro que o jogador receber nesses jogos, poderá ser destinado a inúmeras coisas clandestinas. Além do mais, como exposto na série “ todo mundo odeia o Chris”, uma das personagens gasta dinheiro frequentemente com apostas. Não obstante, nos dias atuais, o fator se repete, fazendo com que aumente cada vez mais a dívida do indivíduo, visto que o jogador vê a sorte como forma de quitar o endividamento.
Dessa forma, para atenuar as inúmeras consequências dos jogos de azar no Brasil, faz-se necessário que o Estado, em parceria com o Ministério da Saúde, desenvolva projetos de tratamento para o público viciado, com o auxílio de psicólogos e centros de terapia, que visam o envolvimento do jogador em locais comunitários, como, por exemplo, asilos, com o intuito de libertar o jogador desse vício e mostra formas cidadãs que podem diminuir esse problema. Ademais, os órgãos públicos associados ao Ministério da Economia, devem propor fiscalização em cassinos clandestinos, e capital que for apreendido será revertido em novas fiscalizações e em investimento de tratamento ao viciado, a fim de atenuar os problemas decorrentes desse vício.