A legalização dos jogos de azar no Brasil.

Enviada em 23/05/2021

Desde 1946, os chamados jogos de azar (bingos e cassinos) foram abolidos do Brasil pelo presidente Eurico Gaspar Dutra. Por serem considerados “riscos” à economia nacional, beneficiando apenas um pequeno grupo de pessoas, tal modelo de jogo foi proibido no país.

Contudo, para muitos países, cassinos são considerados um modo de entretenimento, entretanto, no Brasil, é visto como uma “porta aberta” à corrupção, visto que a grande maioria dos jogadores perde o controle e gastam muito mais do que realmente deveriam. Tal dinheiro é acumulado nas mãos de donos de cassinos, que visam interesses próprios sem gerar benefícios ao país.

Mesmo sendo bons para arrecadação de impostos e tributos ao Brasil, os jogos de azar dispõem de grande circulação de capitais e por essa razão, requerem alta fiscalização por parte do governo, a fim de evitar desvios de grande quantia de dinheiro. Porém, o país conta com políticos corruptos que desfrutam de qualquer tipo de oportunidade para tirarem proveitos que os favoreçam.

Mediante a tais condições, os jogos de azar não devem ser legalizados pelo governo brasileiro, a fim de evitar a corrupção, o vício dos usuários, o acúmulo de capital na mão de poucas pessoas, ou seja, a concentração de dinheiro sobre poucos homens, a lavagem de dinheiro e o prejuízo econômico de famílias que frequentam cassinos.

Portanto, a fiscalização sobre locais de circulação de dinheiro deve ser mais rigorosa, sobre a busca de algum cassino aberto e que esteja violando uma lei, além da conscientização da população sobre o risco de frequentar uma casa de apostas, assim problemas de crises serão melhoradas principalmente a de famílias que perderam muito dinheiro nesses locais.