A linguagem neutra em debate no Brasil

Enviada em 29/03/2022

A linguagem neutra era comum no latim, onde haviam três gêneros na escrita: feminino (a), masculino (o) e neutro (u). Porém, com a passagem para o português, o gênero neutro juntou-se ao masculino, causando uma sensação de falta de representatividade em alguns gêneros, como o não-binário.

Diante desse sentimento de exclusão, alguns movimentos, como o “Escrita inclusiva” realizado na França, pedem a adoção do gênero neutro à língua. Tendo como objetivo combater o preconceito quanto às pessoas que não se identificam com nenhum gênero.

Além disso, também há o desejo da liberdade de escolha, onde não-binários e trangêneros possuam a opção de decidir seu pronome: ela, ele ou elu. E, dessa maneira, consiga respeito quanto a sua preferência.

Sendo assim, é preciso que o governo federal adote medidas de inclusão da linguagem neutra, empregando-a em pronunciamentos e debates, para que o respeito e a visibilidade de problemas relacionamos ao gênero, como a transfobia, seja alcançado e solucionado.