A linguagem neutra em debate no Brasil
Enviada em 18/04/2022
A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6º, o direito e a segurança e ao bem-está social como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa o uso da linguagem neutra em debate no Brasil ,dificultando, deste modo,auniversalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a falta de uma política de linguagem neutra é nociva para a representatividade e o bem-estar dos indivíduos. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura -se como uma violação do “contrato social”, já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar especialmente das pessoas trans não-binárias, posto que esse cenário provoca a segregação dos que não se enquadram nos padrões do gênero estabelecidos como impulsionador da linguagem neutra no Brasil. Segundo o G1.com fala de vários problemas sobre esse assunto de língua neutra. Diante de tal exposto. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Ministério da Educação junto em parceria com o Ministério de Cidadania, em promover palestras em escolas e associações de comunicação carentes, como profissionais qualificados a fim de nós mostra é orientar sobre os benefícios. Assim, se consolidará uma sociedade mais adjetivo positivo, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.