A linguagem neutra em debate no Brasil

Enviada em 01/06/2022

Sabemos que a língua portuguesa passou por diversas transformações até chegar nos dias de hoje. Na parte formal, como um bom exemplo; a evolução da palavra vossa mercê que transformou em você, quanto na parte informal tais como: expressões regionais. Não seria diferente surgir uma “nova linguagem” denominada neutra, para atender a comunidade LGBTQIA+.

A linguagem neutra é uma forma de não predominar um único gênero nas palavras, para não ofender pessoas que não se identificam com um certo “grupo”. Usando termos como elu para constatar tanto ele como ela, e também utilizar x ou o sinal gráfico arroba nos finais de adjetivos, como amigx ou amig@s, só que de certa forma o arroba entra como um substântivo feminino, e há outra problemática, pessoas cegas ou com alguma certa deficiência visual, que utilizam leitores do aparelhos, não são capazes de traduzir essas palavras.

Outra adversidade é que quando usa-se a palavra elu ou todes (para se referir a todos) existem pessoas que não se identificam tanto com o femino e o masculino, então a linguagem neutra acaba não sendo o suficiente para certos corpos socias

Entende-se que de certa forma a linguagem neutra é sim importante para não excluir a comunidade LGBTQIA+, tendo em vista que o grupo já sofre muito preconceito. Uma solução para esse caso é ter a consciência individual, quando encontrarmos pessoas desse meio, perguntar qual a maneira que se sente confortavél em ser chamado ou chamada, ter palestras nas escolas e faculdades para conscientizar, e campanhas por meio de propagandas pelo governo, mas como foi dito, para consciência pessoal.