A linguagem neutra em debate no Brasil

Enviada em 01/06/2022

O pronome neutro ganhou espaço em debates nessa última década, e consiste em utilizar o “u” no lugar de “a” e “e”, formando “elu/delu”, ou, em adjetivos, substitui-se por “e”, como “linde” e “amigue”. Nesse contexto, tal forma de fala e escrita consiste em melhorar a inclusão social e extinguir o machismo existente na língua portuguesa.

Sob esse prisma, o respeito, liberdade e igualdade são previstos para todos os indí- viduos segundo a Declaração dos Direitos Humanos. Com isso, de acordo com a Contituição Federal do Brasil, o artigo quinto é contituído por tais direitos, e é válido para todos aqueles que se encontram em territó-rio nacional. Em contra-partida, o país verde e amarelo é líder à 12 anos no quesito em matar pessoas LGBTQIA+, segundo o jornal Metrópole, evidenciando o alto preconceito na sociedade. Visto isso, mudanças sútis na gramática, como pronomes não binários, podem ocasionar uma melhor aceitação e inclusão de cidadões de tal grupo.

Diante desse cenário, muitas línguas ao redor do mundo, como inglês e espanhol, apresentam a neutralidade de gênero. Com tal informação, é sábido que a Língua Portuguesa no Brasil foi implantada por Portugal, ao colonizar o país, e, com o tempo extremamente religioso, a gramática portuguesa era, e continua sendo, machista, vito que o masculino prevalece o feminino. Porém, o português baseia-se no Latim, no qual apresenta palavras não binárias, e, diferente da língua morta, está em constante transformação, podendo se adaptar aos decorrer das eras. Por fim, é possível ocorrer a mudança línguistica paralelamente à social.

Em suma, seja pala inclusão LGBTQIA+, seja pela gramática machista, o uso de pronomes neutros no Brasil precisa de mitigação. Portanto, o Ministério da Educação deve agir no social dos alunos. Isso sera feito por meio de feiras e palestras, isto é, apresentação de trabalhos com temas de inclusão de minorias feitos pelos jovens, com o objetivo futurode formar adultos adeptos às mudanças sociais.