A linguagem neutra em debate no Brasil
Enviada em 28/06/2022
O art. 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) defende que todos nascem iguais em direitos e em dignidade. Sob esse viés, se faz necessário analisar questões como a linguagem neutra em debate no Brasil, através da discussão a respeito de qual é a importância de tal fator para a inclusão social e quais são os desafios inerentes a essa problemática.
Em primeira análise, deve se considerar que a inserção do indivíduo na sociedade é essencial para o bom funcionamento dela. Logo, a máxima do líder Martin Luther King, na qual diz que “a injustiça, onde quer que aconteça, é uma ameaça à justiça em todos os lugares” demonstra a primordialidade da presença de um vocabulário que não fira os ideais de qualquer indivíduo, para que possamos viver em harmonia.
Em segunda análise, vale ressaltar que, como todo processo de mudança, essa questão conta com impeditivos para a sua concretização. Um desses é, principalmente, o preconceito, o qual demarca um grande obstáculo, já que, de acordo com Einstein, “é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito”. Com base nisso, é evidente que a visão conservadora, ainda dominante na atualidade, vai contra o alicerce da sua própria sociedade, a inclusão.
Diante do exposto, medidas são necessárias para resolução do problema. Portanto, é dever do Estado, cuja função é garantir os direitos, desenvolver campanhas de conscientização, por meio da divulgação de informações a respeito de identidade de gênero, em escolas, na televisão e em locais públicos, com o fito de quebrar o estigma do preconceito no país. Assim, será feito jus ao dito na DUDH.