A linguagem neutra em debate no Brasil
Enviada em 21/11/2022
Com base em pesquisas e de acordo com a Constituição Federal de 1988, constitui-se como dos objetivos fundamentais da Republica Federativa do Brasil construir uma sociedade livre, justa e solidária. Porém, o texto normativo não produz efeitos na totalidade, uma vez que o Estado não foi capaz de realizar a inclusão da população, especialmente no que diz respeito à implementação da linguagem neutra no país. Diante disso, ter pautas e discussões referentes à elucidação dessa adversidade é imprescíndivel para solucionar essa situção e, desse modo, edificar caminhos para construção de uma sociedade agrádavel.
Primeiramente, é importante destacar que segundo Marie Curie, cientista franco-polonesa, “Uma pessoa nunca repara o que foi feito, mas sim o que ainda precisa ser feito.” Nesse sentido a falta de uma política de linguaguem neutra é nociva para a reprensentatividade e o bem-estar das pessoas trans não-binárias, posto que esse cenário causa o afastamento dos que não se encaixam nos padrões de genêro estabelecidos. Esse contexto é extremamente prejudicial para os progresso da coletividade e do ser humano.
Ademais, conforme o pensador jansenita frânces, Nicole Pierre, “Não é a injustiça em si mesmo que nos fere, é o sermos vítimas dela”. Tal visão mostra a conduta de não incluir pessoas que não se identificam com genêros binários na linguagem é uma atitude deplorável que abre caminhos para outros tipos de isolamento no meio social. Esse comportamento negativo deve ser apropriadamante reprimido.
Portanto, é de extrema importância e necessário que o poder publico se empenhe, de modo eficaz, a fim de mudar essa realidade, por meio de uma lesgislação que inclua o uso dos pronomes neutros no currículo das instituições educativas do país, com o objetivo de efetivar a inclusão da linguagem neutra no ambiente social. Agindo assim, corretamente, caminhar-se rumo a evolução.